O PSICOLOGO - ATENDIMENTO HOSPITALAR
Tendo a medicina, a psiquiatria e a psicologia se desenvolvido de forma independente, dentro do contexto hospitalar o atendimento tornou-se setorizado. Existem diversas dificuldades em rela??o a inser??o do psic?logo no ?mbito hospitalar, tradicionalmente limitado aos profissionais da ?rea m?dica. Tamb?m seria importante dinamizar a institui??o de atendimento de forma que ela deixasse de ser um local de isolamento social que perpetue a conduta tida como desviante e tornando-a um espa?o aonde o conv?vio social extra-asilar ? refor?ado levando ao paciente a uma ressocializa??o. A doen?a mental ficou com um status secund?rio ? doen?a f?sica (SPINK, 1992). Uma discuss?o maior sobre o tema do psic?logo no SUS se encontra na p?gina da Monografias AC - Monografias de psicologia
A equipe de atendimento integrada deveria trabalhar de forma multi ou interdisciplinar. Comments Existe tamb?m uma enorme dificuldade na delimita??o das responsabilidades que cabem a cada profissional da equipe e na defini??o das maneiras como estes limites devem ser vistos dentro de uma interdisciplinaridade. O psic?logo ainda n?o conseguiu se estabilizar de forma definitiva dentro do hospital. Desta forma, o paciente passaria por um processo pedag?gico de readapta??o ao conv?vio social para a vida fora do asilo ou institui??o hospitalar. Na cl?nica a alta ? indefinida e o atendimento pode se prolongar por meses, ou mesmo anos. O pr?ximo passo, o ideal, seria, ent?o, a equipe interdisciplinar, aonde os conhecimentos s?o integrados como um ?nico saber que visa o bem-estar do paciente como um todo, e n?o de forma setorizada (MEZZOMO, 203). O psic?logo ainda segue um modelo de atendimento cl?nico que ? inadequado ao atendimento ambulatorial. J? no atendimento ambulatorial, o atendimento deve ter dura??o limitada, podendo durar apenas o tempo m?nimo exigido para a melhora. Tradicionalmente as faculdades de psicologia formam psic?logos cl?nicos, preparados, modestamente, para o atendimento na cl?nica particular. Sobressaem-se os m?todos que propiciam a integra??o da equipe de atendimento, como a discuss?o de casos, a consulta interativa entre m?dicos e psic?logos, a utiliza??o de novas t?cnicas que satisfa?am a demanda sem perder a efic?cia, o atendimento em grupos, a psicoterapia breve, o uso da psicologia social visando o contexto como essencial ? compreens?o do caso e atua??o terap?utica. Dentro do ?mbito hospitalar o atendimento deve responder a diversos crit?rios institucionais aonde ? subordinado ? inst?ncias que, n?o necessariamente, visam o atendimento ideal, mas sim o mais pr?tico e produtivo. A psicologia, por sua inser??o tardia neste ?mbito, acabou por ter sua pr?tica posta em segundo plano. Freq?entemente o psic?logo ambulatorial deve atender diversos pacientes durante um per?odo no qual, na cl?nica, ele atenderia apenas um. Deste modo, uma psicoterapia que visa a reconstru??o da personalidade e outros objetivos amplos deve, for?osamente, tornar-se mais r?pida, eficiente e decisiva, desde o diagn?stico at? a alta. A sa?de mental e f?sica, juntamente com o contexto social ganham import?ncia enquanto um todo. Este seria um passo inicial no atendimento integrado. Deste modo, torna-se essencial trabalhar alternativas que possibilitem a inser??o do psic?logo no ?mbito hospitalar, pois a sa?de, crescentemente, deixa de ser considerada uma quest?o unicamente biol?gica ou psicol?gica. Ou seja, prevenir, e n?o apenas remediar (ANGERAMI, 2004). A forma??o do psic?logo torna-se fundamental a partir deste ponto. Mas em realidade, a grande maioria dos psic?logos rec?m-formados acabam iniciando suas carreiras em institui??es aonde o atendimento ambulatorial ? predominante, e est?o pouco preparados para auxiliar na coloca??o mais definitiva do psic?logo dentro do ?mbito ambulatorial (ANGERAMI, 2004). A id?ia central seria promover a sa?de mental, presente, mesmo que apenas como um potencial, no sujeito, ao inv?s de retaliar a doen?a mental. A autoria deste artigo recai sobre a Monografia de Psicologia AC
No entanto a demanda por uma vis?o integradora do processo de adoecer ? crescente, uma vez que a doen?a mental ? cada vez mais comum. Existe, atualmente, a necessidade de um esquema te?rico-conceitual que explique as intera??es entre os fen?menos biol?gicos, psicol?gicos e sociais, e que leve a uma pr?tica integradora de psic?logos, m?dicos e psiquiatras. Com isso a quest?o da multidisciplinaridade, assim como da interdisciplinaridade, passaram a ser quest?es presentes no ?mbito hospitalar. Ou seja, a meta passou a ser a preven??o. Seus objetivos permanecem indefinidos e n?o h?, ainda, uma explicita??o da finalidade de seu atendimento. A sa?de mental vem sendo foco de aten??o desde a d?cada de 50 quando iniciou-se um processo de transforma??o da assist?ncia psiqui?trica de forma que n?o mais se visasse a doen?a mental mas a sa?de mental. A dura??o do tratamento ? outra quest?o importante. Na equipe multidisciplinar h? uma soma dos conhecimentos setorizados de forma que cada profissional possa colaborar igualmente do processo terap?utico, cada um com seu conhecimento espec?fico e separado. Ela passa a ser uma intera??o dos aspectos bio-psico-sociais do sujeito. Conte com a Alpha Monografias de Psicologia para ajudar voc? com um excelente conte?do bibliogr?fico de cunho te?rico para que voc? tenha a base suficiente de conhecimento para redigir sua pr?pria monografia ou TCC, sem pl?gio e sim produ??o real.
